terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dragão de Komodo


FILO: Chordata
CLASSE: Reptilia
ORDEM: Squamata
SUBORDEM: Sauria
FAMÍLIA:VaranidaeCARACTERÍSTICAS Comprimento: até 3,5 m
Peso: até 110 kg
Cor: cinzenta e marrom
Tempo de vida: 50 anos Cinco garras em cada pata
Guloso e Carnívoro, como alguns outros membros da família dos lagartos gigantes, o dragão de Komodo existe há centenas de séculos. Já vivia na terra muito antes do aparecimento do homem. 
Encontrado na ilha de Komodo, na Indonésia, e em algumas ilhas circunvizinhas, ele é o maior de todos os lagartos atuais. Guloso e carnívoro, como veados, macacos, cabras e porcos selvagens. Também gosta muito de carniça e é capaz de dar conta de uma carcaça inteira de búfalo.
Mas o dragão-de-komodo também come animais vivos. Derruba a vítima com sua forte cauda e corta-a em pedaços com os dentes. Costuma comer primeiro a língua e as entranhas, suas partes preferidas. No fim da estação das chuvas, a fêmea põe cerca de 25 ovos na areia. os ovos se abrem depois de 6 a 8 semanas. Ao nascer, os dragõezinhos têm de 20 a 25 cm de comprimento.
Existem outras espécies de lagartos gigantes, como o lagarto do deserto, que é um animal terrestre, e o lagarto do Nilo, que é um anfíbio. Vivem na África, sul da Ásia, Indonésia e Austrália. Variam muito de tamanho. O menor deles apresenta apenas 20 cm de comprimento.
O dragão de Komodo é o maior lagarto do mundo, existe a centenas de século e vive em ilhas indonésias. Os adultos chegam a medir 3 metros de comprimento e pesar 250kg. Esses répteis têm o corpo robusto, patas curtas e cauda comprida. As maxilas são fortes e os dentes que medem cerca de 2cm, são pontiagudos, serrilhados e virados para trás. Assim como as serpentes, sua língua bífida auxilia o olfato. Extremamente vorazes, são predadores e necrófagos, ou seja, alimentam-se tanto de indivíduos vivos quanto de cadáveres.
A saliva do Dragão de Komodo possui várias espécies de bactérias, então, mesmo que consiga escapar, a presa acaba morrendo de hemorragia ou infecção das feridas. A presa morta poderá, então, ser consumida pelo próprio predador ou por outros da mesma espécie (os dragões-de-komodo são capazes de detectar o cheiro de um cadáver a 11 km de distância).
O Dragão de Komodo é um réptil que vive nas ilhas Komodo e suas ilhas adjacentes, na Indonésia. É a maior espécie de lagarto, e somente foi conhecido pela ciência ocidental em 1912.
Este réptil já vivia na face da terra muito tempo antes da existência do homem. Robusto e com aparência de dinossauro, pode pesar até 125kg e medir até 3.1 metros. A sua dieta baseia-se em porcos, cabras, veados, búfalos, cavalos, dragões pequenos e até pessoas. O Dragão de Komodo também come carcaças de animais, com seu faro pode localizar uma carcaça de búfalo à kilometros, e é capaz de devorá-la toda.
Na sua mandíbula estão alojadas bactérias letais, os animais que conseguem escapar de suas garras acabam morrendo por infecções. São animais protegidos por lei, pois estão ameaçados de extinção. Nas ilhas Komodo, Rinca, Padar e Flores, onde são encontrados, os Dragões de Komodo são uma grande atração turística, apesar de um turista já ter sido morto por um deles.
Normalmente não são animais agressivos, já que os habitantes locais convivem com eles diariamente nas praias. São ovíparos, colocando de 15 a 35 ovos por fêmea, e vivem em média 50 anos. 
O Dragão de Komodo é a maior espécie de lagarto e também uma das descobertas mais recentes. Desconhecido para a ciência ocidental até 1912, os dragões de Komodo vivem somente em algumas pequenas ilhas no arquipélago indonésio, apesar de que seus parentes próximos, como os lagartos monitores, são encontrados no resto do planeta.
Famosos pelo seu tamanho, poder e aparência de dinossauro, os dragões de Komodo são caçadores habilidosos que, freqüentemente, caçam em grupos grandes animais. Embora sendo volumosos, eles podem se locomover com rapidez, sendo capazes de caçar humanos, porcos, veados e cabras. Através das suas mandíbulas e garras, eles podem matar a maioria das presas com rapidez. Normalmente, os animais que conseguem escapar das suas garras, morrem por infecções de uma bactéria alojada na boca do dragão.
Devido à sua limitada área geográfica, existe apenas um número pequeno de dragões de Komodo. Os adultos não têm predadores conhecidos e agora são protegidos por lei. Até hoje em dia, são realizados estudos sobre sua existência. É uma grande atração turística, mas um turista já foi morto por um dragão de Komodo.Tamanho: Até 125kg, 3.1 metros.Localização: Komodo, Rinca e duas outras ilhas menores na Indonésia.Dieta: Porcos, cabras, veados, búfalos, cavalos, dragões pequenos, pessoas.Reprodução: ovíparos, colocando de 15 a 40 ovos.Nível de Preservação: Vulnerável
Monitor é o nome comum a um gênero de lagartos que inclui o maior lagarto vivo, o dragão-de-Komodo. Os monitores vivem em áreas tropicais e desérticas por toda a África, na Ásia (da Arábia ao Sul da China e Malásia), e nas Índias Orientais e Austrália. Há cerca de 30 espécies no gênero, com tamanhos variando de 20 cm a mais de três metros. Caracterizam-se por uma língua comprida e bifurcada, e são capazes de abocanhar e engolir suas presas por inteiro. São corredores ágeis e esguios, com cabeça afilada, pescoço comprido, patas fortes e caudas longas e vigorosas. Os monitores alimentam-se de insetos, pássaros, répteis (e seus ovos), pequenos mamíferos, e restos de animais.
Os monitores estão entre os lagartos mais antigos do mundo. São parentes do mosassauro, um lagarto marinho que viveu entre 136 e 65 milhões de anos atrás, e atingia 10 metros de comprimento. O maior monitor existente é o dragão-de-Komodo, que chega a pesar 165 quilos quando adulto. Vive em diversas ilhas, incluindo Komodo, na Indonésia. É um predador de grande valentia, e em sua boca vive uma cepa virulenta de bactéria. Por causa disso, até uma simples mordida pode ser letal.
Embora monitores sejam primordialmente animais terrestres, algumas espécies também sobem em árvores e são boas nadadoras. O grande monitor aquático do Leste da Índia chega a nadar bem longe da terra. Duas espécies, o dragão-de-Komodo e o monitor-de-Gray, constam da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas produzida pela União Conservacionista Mundial.Dragão de Komodo é o maior de todos os lagartos atuais. Existente há centenas de séculos, este réptil já vivia na Terra muito antes do surgimento do homem. É uma espécie endêmica da Indonésia sendo visto nas ilhas Komodo, Rintja, Padar e Flores, habitando florestas e clareiras.
Aprecia bastante carniça e é capaz de devorar uma carcaça inteira de búfalo. Nada impede que o Dragão de Komodo coma animais vivos. Ele costuma derrubar a vítima com a força de sua cauda e cortá-la em pedaços com os dentes. 
Possui a cabeça grande, o corpo maciço e as patas poderosas, com fortes garras. São poderosos predadores que atacam e matam porcos selvagens, cabras, jovens búfalos, cavalos, macacos, veados e aves.
O Dragão de Komodo chega a medir 3,5 m e a pesar até 110 kg, vivendo, em média, 50 anos. A sua cor é cinzenta e marrom. 
Ao terminar a estação das chuvas, a fêmea põe cerca de 25 ovos na areia que se abrem depois de 6 a 8 semanas. Os filhotes ao nascerem, medem 20 a 25 cm de comprimento. Os jovens alimentam-se de lagartos, insetos, aves e pequenos mamíferos. 
O Dragão de Komodo encontra-se ameaçado pela caça, por envenenamentos feitos pelas populações locais e pela diminuição das presas de que se alimenta. Padar e Rintja foram classificadas como reservas pelo governo Indonésio, tanto para o dragão de Komodo como para as suas presas.Alimentação
Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais.
As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.Perigo para as populações
Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.
Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão-de-Komodo se morder a ele próprio, poderá acabar por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!Reprodução
Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.
época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insectos. Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais. Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese, no qual ovos viáveis são postos sem serem fertilizados por machos.
Os dragões-de-komodo foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910. O seu grande tamanho e reputação feroz fazem deles uma exibição popular em zoológicos. Na natureza, a sua área de distribuição contraiu devida a actividades humanas e estão listadas como espécie vulnerável pela UICN. Estão protegidos pela lei da Indonésia, e um parque nacional, o Parque Nacional de Komodo, foi fundado para ajudar os esforços de protecção.
Evolução
O desenvolvimento evolutivo do dragão-de-komodo teve início com o género Varpássaro, que se originou na Ásia há cerca de 40 milhões de anos e migrou para a Austrália. Há cerca de 15 milhões de anos, uma colisão entre a Austrália e o Sudoeste Asiático permitiu que os varanídeos se deslocassem para o que é agora o arquipélago indonésio. Crê-se que o dragão-de-komodo se diferenciou dos seus ancestrais australianos há 4 milhões de anos, estendendo a sua área de distribuição para Este até à ilha de Timor. A Idade do Gelo, com a subida dramática do nível da água do mar, formou as ilhas onde os dragões-de-komodo habitam, isolando-os nas sua área de distribuição actual
O dragão-de-komodo prefere lugares quentes e secos e tipicamente vive em zonas de pasto abertos, savana e floresta tropical em elevações baixas. Sendo um animal ectotérmico, está mais activo durante o dia, apesar de exibir alguma actividade nocturna. Os dragões-de-komodo são maioritariamente solitários, juntando-se com outros apenas para acasalar e comer. São capazes de correr rapidamente em curtos disparos, até 20 km por hora, mergulhar até 4,5 m e trepar a árvores enquanto novos usando as suas garras[17]. Para apanhar presas que estão fora do alcance, os dragões-de-komodo pode erguer-se nas suas patas traseiras e usar a sua cauda como apoio[16]. Quando o dragão-de-komodo atinge o estado adulto, as suas garras são usadas primariamente como armas, pois o seu grande tamanho faz com que trepar a árvores não seja prático[12].
O dragão-de-komodo, para se abrigar, cava buracos com os seus membros anteriores e garras, que podem medir de 1 a 3 m de largura[18]. Devido ao seu grande tamanho, e hábito de dormir nestas covas, é capaz de conservar o calor corporal durante a noite diminuindo o tempo que precisam de estar ao sol para manter a temperatura corporal no dia seguinte[19]. O dragão-de-komodo caça tipicamente durante a tarde, mas permanece na sombra durante a parte mais quente do dia[20]. Estes locais de repouso especiais, normalmente localizados em falésias expostas à brisa fria do mar, são marcados com fezes e a vegetação é eliminada. Servem também como local estratégico de onde emboscar veados
Conservação
O dragão-de-komodo é uma espécie vulnerável e está listada na Lista vermelha da IUCN[43]. Há aproximadamente 4-5 mil dragões-de-komodo na natureza. As suas populações estão restritas às ilhas de Gili Motang (100), Gili Dasami (100), Rinca (1300), Komodo (1700) e Flores (talvez 2000)[2]. No entanto, há preocupação que só haja actualmente somente 350 fêmeas reprodutoras[6]. Para responder a esta questão, foi fundado o Parque Nacional de Komodo em 1980 para proteger as populações dos dragões-de-komodo nas ilhas de Komodo, Rinca e Padar[44]. Mais tarde, as reservas de Wae Wuul e Wolo Tado foram abertas em Flores para ajudar à conservação destes animais[42]. Há evidências que os dragões-de-komodo estão a ficar habituados à presença humana, pois turistas costumam dar-lhes carcaças de animais em várias estações de alimentação[3]. O estado de espécie ameaçada destes animais deve-se a actividade vulcânica, terramotos, perda de habitat, incêndios (a população de Padar foi quase destruída por causa de um incêndio florestal, e desde então desapareceu misteriosamente)[42][12], diminuição do número de presas, turismo e caça furtiva. Sob o Apêndice I da CITES (a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), o comércio de peles ou espécimes é ilegal[14][45].
O biólogo australiano Tim Flannery sugeriu que a introdução de dragões-de-komodo pode beneficiar o ecossistema australiano, pois poderia ocupar o nicho de grande carnívoro deixado livre pela extinção do grande varano Megalania. No entanto, ele aconselha muita cautela e uma introdução gradual em experiências de aclimatização, especialmente porque "o problema da predação de grandes varanídeos sobre humanos não pode ser menosprezado". Ele usa o exemplo da coexistência bem sucedida com o crocodilo-de-água-salgada como prova que os australianos poderiam adaptar-se facilmente[46].
Apesar da raridade dos ataques, os dragões-de-komodo são conhecidos por matar humanos. Em 4 de Junho de 2007, um dragão atacou um rapaz de oito anos na Ilha Komodo. Mais tarde, ele morreu de hemorragias resultantes das suas feridas. Foi o primeiro ataque fatal registado em 33 anos[47]. Os nativos culparam o ataque aos ambientalistas que não vivem na ilha que proibiram os sacrifícios de cabras, o que causou que fosse negado aos dragões-de-komodo a fonte de comida esperada, fazendo com que os animais vagueassem para dentro de territórios humanos à procura de comida. Para os nativos da Ilha Komodo, estes animais são a reencarnação dos seus antepassados, e são por isso tratados com reverência

2 comentários: